
Ellas Bates = Ellas McDaniel = BO DIDDLEY(1928-2008) ========= Uma das pessoas mais influentes na música blues e no rock e mais todas suas derivações. Sua batida é inconfundível, é primitivo e melódico ao mesmo tempo; a guitarra praticamente dialoga com ele - e não em sentido erudito e 'firulento'. É redundante falar de Bo? Talvez não.

José Bispo Clementino dos Santos = JAMELÃO (1913-2008) ========= Apaixonado pela Estação Primeira de Mangueira, recebeu até uma medalha em 2001 por Ordem ao Mérito Cultural... que acho significar algo como se ele fosse um monumento em forma de homem, aliás um cantor de samba, bom no cavaquinho e tamborim. É pouco rock falar do Jamelão? E por que não?
=======================
PS: Não consegui deixar as photos no mesmo tamanho... oops.
Estaria aqui escrevendo hoje, um dia regado à Quilmes 330cm3 e o retorno do deus sol à antiga terra da garoa - onde viviam paulistanos e muita garoa - por quase nenhum motivo... mas esse, realmente, merece. Parem as igrejas e meditações, ave-marias e 'espera um pouco Yemanjá-lacrimosa'; vamos todas pausar um segundo:
MEIO SÉCULO DE MADONNA!
E NÓS, TODAS, FEMININAS, NESTE MOMENTO, RIMOS EM CORO: HA-HA-HA! TRÊS VIVAS PARA MADONNA E NOSSOS DEDINHOS DO MEIO SÓ PARA VOCÊ, PATRIARCADO DE MERDA!!!! MADONNA EXISTE! EU EXISTO! OUTRAS, MIL E MILHÕES, TRILHÕES E ZILHÕES...
A Arte do feminino ainda não aconteceu tão intensamente quanto a do masculino, que tanto amo, claro, etc e tal.
O MagaZine AMA a Madonna.
Quem escreve o MagaZine ama a Madonna (embora a tenha odiado por uma década inteira!).
A Ordinary Recordings admira a Madonna.
A ElektraVentura Cooperativa Independente ama a Madonna.
Go figure it out. Or just don't. It's none of your business anyways...

AMÉM!!!!
http:///fotolog.com/sheilanagig http://fotolog.com/elektraventura http://fotolog.com/magazine http://fotolog.com/ordinaryrex
Porque música é algo que amo muito... porque não é falar sobre qualquer coisa... porque política é uma bosta e não acredito em tudo que leio...
Sobre música, digo que não sei como passei tanto tempo sem conhecer WE THE PEOPLE.
CARDÁPIO UNDERGROUND
Bragança Paulista é uma cidade ao norte de São Paulo, com cerca de 140 mil habitantes e índice de alfabetização de 92%. A média de natalidade é de menos de dois filhos por mulher; e a de temperatura, 22º graus. Lembro que nos anos 70 e 80 várias pessoas, desejosas de uma vida mais natural, foram morar nesta bela estância turística, a pouco mais de uma hora da capital, e menos de meia hora de Atibaia.
Estas são as informações físicas do lugar onde, há quatro anos, acontece o Cardápio Underground, um festival de 5 dias, que mostra música, artes plásticas, cinema e muita cultura.
Convidada a cobrir o evento, confesso, fiquei extasiada. A hospitalidade e atenção de todos foram um dos aspectos da organização do festival, que se profissionaliza mais a cada ano, estão de parabéns.
Já estive em outras edições do Cardápio Underground e conhecia sua diversidade e estilo; mas ir com olhos 100% voltados à observação foi, no mínimo, desafiante, – tudo é muito estimulante. Se a capital do estado não possui um festival que honre sua rockabilidade, com certeza o Cardápio Underground nos redime, se não em tamanho, em qualidade.
O começo de tudo foi na quarta-feira, uma vernissage com a presença dos artistas e grande emoção entre todos; a exposição estava linda! Se por um lado, o local não é tecnicamente apropriado para tal (afinal, é uma casa noturna!), a iluminação e disposição fizeram a ‘adequação’ e o resultado foi ótimo.
Na quinta, a abertura oficial o evento, com o início dos shows.
Perdi a primeira banda (já tentou sair de São Paulo em uma véspera de feriado?), o DEBATE, mas sei que fizeram uma ótima apresentação e abriram o festival em grande estilo.
O show dos DRÁKULA foi altamente energizado. Mascarados e bagunceiros tocaram com adrenalina pura. O povo dançou ao mistura de rock ramônico marinado em rápidas referências de surf-music e garagens sujas - bem de leve, uma pitada de ardidez grunge.
Depois foi a vez do BIGGS, tradicional banda sorocabana, que fez um dos shows mais pesados e poderosos que já vi do trio. O público foi ao delírio, a noite estava em um crescente de excitamento. Particularmente, devo comentar a performance do baterista, Brown estava matador. Eles estão mais seguros no palco, as canções mais elaboradas. Podem, aliás, ser conferidas no novo disco do trio, The Roll Call.
Na sexta, perdi a primeira banda por conta de um acidente de percurso (tornozelo torcido), mas os comentários foram que os Druques fizeram o show mais animado do festival, todo mundo cantando, em particular várias Druquettes fazendo coro. Elegância pura, foi o que disse o Matias do Sonora Scotch sobre o quarteto, que é pérola da casa, um verdadeiro fenômeno e com certeza, os favoritos locais.
Cérebro Eletrônico: Cheguei a tempo de ver o maior público do festival totalmente imerso no clima da banda, mezzo psicodélico mezzo pop. Quero dizer é que estão mais para mais Monkees que Beatles em termos de psicodelia pop. Pitadas de rock independente inglês do fim dos 80 e começo dos 90. São animados, o show é bonito.
Ontem o equipamento de som soava bom, mas hoje, reparei, estava ótimo.
Os Greasers são os favoritos de todo mundo que tem banda na cidade e arredores. São de Campinas, haviam terminado, ficaram um tempo em pausa e agora voltaram a suas atividades. O baixo é poderoso, deflagrando a grande influência anos 80. Vocalista com barba por fazer, há sempre um cigarro aceso em sua mão; e ironia e intensidade na voz. A guitarra bebe nas fontes mais do fim dos 80, flertando com todo o ‘etéreo’ da época. Lembra-me muito uma banda de BH oitentona, o Sexo Explícito (banda antiga do Johnny/Pato Fu).
O sábado trouxe os 3 últimos shows e também, ao contrário dos outros dias, não houve matinê, que começava as 16h00, para os menores de idade. Consegui chegar cedo e apreciar melhor toda a exposição. Arte alegra o espírito, você sabe... Bem como a música; e a sétima arte.
Colagens, humor e despeito, reflexões e deflexões, falta de pudor, ironia, beleza, subjetividade, um pouco de ‘da-da-será?!’ pendurados nas paredes do Divina Comédia onde aconteceu o evento. Meu favorito absoluto foi a Mulher-Macaca, de Maíra Acayaba. Simples e total.
Mas daí, o som começou... E eu me pluguei.
O quarteto paulistano Racha Cuca é divertido, mal-criado. Punk tosco dos cervejeiros que bebem na caneca de bandas como Muzzarelas e Mukeka Di Rato e arrepia pro clássico do punk de 77. Durante o show revelaram o latino do punk rock tocando uma versão da banda argentina Flema. Show empolgante e bom desempenho!
O Leptospirose e o Merdas estavam partindo em dois dias para uma turnê de 28 dias com 28 shows na Europa com o split cd fresquíssimo em mãos, disco chama ‘LECKER’. O clima era de excitação pura.
O Merdas é uma trio de Vila Velha (ES) que toca hardcore com influências metaleiras e com letras absurdas (“tenho pena dos mosquitos que me picam”). O vocalista Mozine tocou com uma guitarra (quase) miniatura e ela fazia um tremendo barulho no pedal Big Muff que usava. Vieram com o baterista reserva; ficou pesado. Tocaram um funk-sem-vergonha que “colou” no ouvido de todos: ‘Querida eu nunca trai você, essa merda de Orkut só que me fuder...”. Ou seja, todos passaram o resto do evento cantando isso. O Leptospirose se despedindo em casa, animadíssimos, fizeram o melhor show do festival, em minha opinião. Rápido, cortante, festivo. Em geral são adrenalida injetada na veia com hardcore, e mais alguns toques diversos de jazz, porra-louquice, e até certa ‘brasilidade’; mas nesse show estavam não menos pesados, mas talvez muito felizes para esbravejarem demais. Fiz questão de ter uma camiseta da turnê: Leptospirose, spreading Brazilian diseases in Europa. (em inglês)
Nos intervalos do show, passou no telão o vídeo de Alexandre Orion, um dos mais legais em muito tempo. Ele, basicamente, limpou com um pano as paredes de um túnel imundo na cidade de São Paulo, desenho caveiras principalmente. Tentaram o prender, mas ele estava na verdade, limpando o local e não grafitando, por isso, nada puderam fazer. Então o ridículo aconteceu: a prefeitura mandou limpar todo o túnel, com aquelas mangueiras amarelas de jato forte. Ele continuou, fazendo onde ainda estava sujo, e os ‘donos da cidade’ mandando limpar. Alexandre filmou tudo. Genial, muito inventivo e bem sacado.
O domingo fechou o festival, teve mostra de curtas e uma peça de teatro.
Exibiram “Um Cão Andaluz” do Buñuel, uma aula de surrealismo em 15 minutos e o absoluto “ Festim Diabólico” do mestre Hitchcock, que inspirou muitos outros filmes, como por exemplo, Cova Rasa.
Foram cerca de 23 curtas, e mais 2 vídeo-clipes da banda Druques , e um do Leptospirose. Destaco O Encontro e Labirintinho. Particularmente, gosto do formato; acho desafiante a idéia de causar impacto contando uma história no espaço de tempo curto. Curtas são quase como canções.
A peça “A Cantora Careca”, é uma adaptação de “Libérrima” do Abujamra, em apenas um ato. Achei interessante e a produção foi caprichada.
Para fechar, a mais que bem colocada exibição do documentário Botinada, que conta história do punk e sua influência e reflexos na cena cultura no coração rock and roll do país. Sempre fico mais que nostálgica assistindo ao Botinada; que vi aquilo, sei que o documentário é fiel e retrata bem a cena punk de
Para conhecer mais sobre o Cardápio Underground, você pode acessar: www.myspace.com/cardapiounderground; inclusive para encontrar as bandas também. Ou ainda, peça a eles o Espaço Edith Zine, cujo sexto número foi lançado no evento.
Por: Debbie Cassano
Agradecimentos: Marcio Fidelis (colaboração); Cardápio Underground; Bia e Matias; Marcos Druque.
O show de George e Lula: o novo presidente brasileiro estende a mão a seu amo, o imperialista-chefe George Bush II. (Foto: O Globo)
O dia da posse do novo presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, mais de 150 mil pessoas festejaram em Brasília. Centenas de ônibus saíram das cidades principais do país, contingentes de indígenas vieram dos cantos mais distantes da Amazônia para celebrar. “Foram festejar o triunfo do seu presidente, do presidente que pela primeira vez representa o povo”, comentou a Tribuna da Imprensa (2 de janeiro). Num contraste com a sucessão de politiqueiros corruptos que têm ocupado o Palácio do Planalto depois da queda do regime militar, houve um sentimento de que Lula é “um de nós”.
Mas além da euforia popular, a dura realidade é, que o ex-sindicalista e chefe do social-democrata Partido dos Trabalhadores (PT), que foi eleito junto com seu vice, o industrial José Alencar do direitista Partido Liberal (PL), vai presidir um regime burguês que governará o país não em interesse do “povo” senão pelo lucro da Bovespa e Wall Street. Anuncia com grande barulho seu programa assistencialista de “Fome Zero”, mas vai implementar as políticas de fome do Fundo Monetário Internacional. A tarefa que os donos do Brasil têm conferido em Lula é de conseguir que as massas trabalhadoras engulam as “reformas” anti-operárias que seus antecessores direitistas não alcançaram impor.
O Lula foi selecionado como mandatário do país desta vez, em sua quarta campanha presidencial, principalmente devido à crise econômica generalizada que abrange a maior parte dos países da América Latina, à “moderação” de seu programa e ao fato de que os trabalhadores que votaram por ele serão firmemente encandeados a seus inimigos de classe. Como nas campanhas anteriores, o PT formou uma coalizão de colaboração de classes tipo “frente popular” como garantia de suas “boas intenções” frente ao capital. Mas desta vez o “aliado” capitalista foi ainda mais direitista que no passado: o Sr. Alencar é o rei das camisetas produzidas a salários de fome pelo Walmart e chefe da igreja de turma para esvaziar os bolsos dos pobres.
Ao nível continental, Lula vai cumprir com os requisitos dos amos imperialistas em Washington. Depois de uma visita com o presidente norte-americano, Lula declarou que voltaria ao Brasil “convencido de que terei no presidente Bush um importante aliado” (O Globo, 11/12/02). Como primeiro encomendado, ainda antes de tomar posse, o presidente eleito intervem na crise venezuelana. Ao mesmo tempo que FHC envia um navio petroleiro para substituir o petróleo faltante devido ‘a greve patronal, o Lula envia um emissário a Caracas que aconselha ao presidente Hugo Chávez a chegar a um conchavo com a oposição de direita. Daqui a pouco tempo pode-se esperar que o mandatário brasileiro dará lições de política econômica “responsável” ao governo argentino do presidente Duhalde, considerado “menino mau” pelo FMI, devido à gastança dos governadores peronistas . Assim cumpre seu papel de bombeiro latino-americano do consórcio banqueiro imperialista.
O que você vai fazer? Coisa alguma? Nada? Reclamar no bar? Opinar em algum site de discussão? Rir? Esquecer?
Esquecer é legal; ignorância é felicidade. Mas... Pense bem... Pense. Olhe a cara desses canalhas:

Roubaram bilhões públicos. Riem de nós todos. Você pensa como eles? Se tivesse a chance, faria o mesmo? Roubaria? É por isso que fica passivo a tudo isso? Qual é o seu problema? Por que não sai às ruas, batendo panelas - ou fazendo sambas com bateria poderosa, que seja... - exigindo, pressionando...? Por que viver como escravos, presos na ditadura da sobrevivência das 8 horas + as tantas outras no trânsito enlouquecedor que tem que abrigar 960 novos carros por dia! Viver em São Paulo se compara a viver em zonas de guerra. Sei disso. Muitos sabem disso porque o sentem. Remédios, fobias e síndromes depois, todos são apenas escravos loucos, vivendo amontoados e cada vez mais, menos singulares e individuais... e mais e mais, ovelhas. Méééé...
E mais um capítulo - e outro golpe fatal - no coração dos petistas de raiz (quando o PT dizia não ao dívida externa!!! Sim à moratória! ... e todas aquelas palavras ditas aos quatros ventos... tudo de mentira??? snif, snif...)... o presidente eleito aumentou, em ano de eleição, em 10% o valor da Bolsa Família! Olha que coisa que boa! Algo que realmente visa o bem da nação. Isso é sério??? 

Hoje, dia 09 de julho, é feriado em São Paulo. Meus sobrinhos estudaram em uma escola chamada M.M.D.C.. Qual a relação? Isto é número romano, citação em latim...? É difícil lembrar de coisas tão antigas e 'sem importância' dentro do turbilhão invasivo de informações e do massacre à alma e à calma que é a rotina diária de sobrevivência no mundo moderno, caótico e injusto. Ok... não é um texto sobre a escravidão e assassinato do espírito humano; é sim, sobre a data.
A Revolução Constitucionalista de 1932 é comemorada hoje porque a ditadura de Getúlio Vargas, instaurada em 1930, em meio a insegurança e caos deixados pela crise da bolsa e Nova Iorque em fins da década de 20, governou sem sequer uma constituição. Os heróis de 32 são Mário Martins de Almeida, de 31 anos; Euclydes Bueno Miragaia, de 21; Dráusio Marcondes de Souza, 14 anos, e Antônio Américo de Camargo Andrade, de 30, que acabaram tornando-se símbolos do movimento. Principalmente São Paulo, criou resistência ao governo que continuava sem uma constituição, sempre prometida porém, não cumprida até então. O movimento se ampliou depois que quatro manifestantes foram mortos por policiais durante um protesto pró-constituição no dia 23 de maio. As iniciais dos seus nomes mais usados formaram a sigla M.M.D.C. (Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo) e batizou a campanha. Os esforços dos heróis não foram em vão, porque embora a revolução tenha se dissolvido breve depois do dia 9 de julho, a constituição foi, finalmente promulgada em 1934.
Júlio Prestes, o presidente eleito que não assumiu por causa do golpe dado pelo adversário, perdedor, Getúlio Vargas, juntou-se aos 40 mil corajosos militares paulistas e mais milhares de voluntários - entre trabalhadores, donas-de-casa, estudantes, etc., e contaram com o apóio, já declarado, de Minas Gerais, Mato Grosso e Paraná. O 'governo' federal semeou a idéia de que São Paulo queria separar-se do resto do país e assim, conseguiu dizimar as tropas rebeldes paulistas, cujos aliados haviam sido inibidos ainda antes de sairem de seus estados.
A Mooca, o Cambuci e o Brás tiveram importância cruciais nesse momento histórico. À estes bairros imigraram vários italianos e espanhóis com tendências libertárias e anarquistas, influenciaram vários brasileiros operários, que pegaram nas armas, e lutaram por um mundo melhor a todos.
IDIOCRACY (EUA, 2006):
Nunca fui uma grande fã de TV, mas no começo dos anos 90, quando morava em Londres, adorava assistir à um desenho em particular, criado por Mike Judge (nunca esqueci o nome); era de sexta (ou sábado?), depois da 01 am... Muitas vezes eu e minha amiga Joyce corremos para casa para chegar a tempo de pegar 'Beavis & Butthead.
Em minha locadora favorita (a Plano 9, que infelizmente fechou no começo deste ano), vi na prateleira um filme com aquele ator de "Os Excêntricos Tenenbaums" e direção - que surpresa!!! - de Mike Judge!!! Não me decepcionei... É o tipo de comédia que gosto. Um bibliotecário do Exército norte-americano, um típico homem mediano e comum, foi escolhido para um experimento e por isso congelado por 500 anos (na verdade, ele ficou esquecido!). Ao acordar, tudo mudou e entre outras coisas, percebe que é o homem mais inteligente do mundo. Não é uma apologia ao eugenismo/evolucionismo... É mais.... uma estória sobre nossa "'d'-evolução".
Em uma locadora próxima, não perca! Vendido como 'Aventura', normalmente classificado como 'Comédia'. Será o filme uma profecia? Teria que estar na prateleira de 'Ficção Científica'? Entre os filmes do tipo "O Segredo"??? Em minha opinião, o futuro será mais ou menos isso... ui, que medo!
======= IDIOCRACY (2006), dirigido por Mike Judge, em DVD. 

THE DEALERS
Adoro a banda! Antes de ler, tenha isto em mente, sou fan. Trio paulistano, guitarra (Mari) + bateria (Vinhão) + Mayra (vocal). Meninas super poderosas, a gente vê muita influência do 'DIY' como uma vibração e inspiração mór delas; como se fans do L7 tivessem mergulhado em blues-punk, temperos variados dando um sabor todo especial.
Para ouvir: www.myspace.com/thedealers ============+++++============ Para ver: www.fotolog.net/thedealers

Olá todos!
A maioria não sabe, mas venho colecionando cartões postais desde os anos 80. Resolvi fazer uma Mostra de Cartões Postais, cujo foco não é apenas música, uma vez que a coleção é bem variada.
À princípio, ia expor em um espaço físico, mas como gostaria que pessoas em todos os lugares pudessem ter acesso a ela; resolvi usar um dos fotologs para isso. Será um postal por dia, e comecei com um dos meus favoritos: uma ilustração do William Blake.
MOSTRA DE CARTÕES POSTAIS da ELEKTRAVENTURA
http://www.fotolog.com/elektraventura
Grata,
Debbie Cassano
Próximos Shows em São Paulo e em Belo Horizonte:
Abril:
Dia 18 - Espaço Impróprio com Os Migalhas e The Dealers (Rua Dona Antonia de Queiroz, 40 / entre Frei Caneca e Augusta; fone: 3255.5274)
Dia 20 - Funhouse (www.funhouse.com.br)
Dia 21 - com The Boom Boom Chicks e Terror Blues - à partir das 22:00 Hs
Para ouvir uma faixa gravada ao vivo show histórico na xícara, acesse: http://www.myspace.com/caffeinesoundstudio
--------------------------------------
Para ouvir o show gravado nos estúdios da ShowLivre: http://showlivre.uol.com.br/biografia.php?conteudo_id=7254
--------------------------------------
Rob K. + Uncle Butcher: www.myspace.com/thejazzangels
Uncle Butcher: www.myspace.com/theunclebutcher
Rob K - www.myspace.com/robkkennedy
Workdogs - www.myspace.com/workdogs

Ai está eu, checando de perto se há bebida o suficiente para o duo, no palco do CB, dia 24 de março último. Afinal, produzir uma turnê envolve tanto tipo de atividades aleatórias, além das essenciais, tipo se preocupar com o equipamento e com a qualidade do som durante o show.
TODO o público ficou hipnotizado durante a apresentação de ROB K. & Uncle Butcher. Essa foi a estréia oficial no duo, ao vivo. MATADORA. Muitos dos que viram essa estréia, voltaram para o outro show aberto ao público, na Funhouse.
No sábado seguinte, dia 31, fizemos um pocket-show, gravado ao vivo, no Estúdio Caffeine, para cerca de 30 convidados. Garotas de bikini serviram dry martinis. Foi no mínimo, libidinoso e explosivo. Um agradecimento especial ao Rodrigo Carneiro, à X-Plastic e ao Clóvis Mendes. Ao Caffeine, nem tenho o que dizer!!! Parceiros e amigos! Muita gente me disse que foi o melhor show/festa que foram em muuuuuitos anos!!! Obrigada! :)
Depois foi a vez do show na Funhouse. Casa cheia em dia de cidade vazia, o equipamento estava ótimo - graças ao grande Augusto.
Rob K. adorou a casa, achou confortável, bonita e simpática; Tchelo produziu a festa, q foi excepcional; Raul Fiuza gerenciou tudo com total simpatia e eficiência... Todo mundo se sente em casa, é tão legal ir lá!
No dia seguinte, sexta, 06 de abril, foi a vez da Toy Loudge. O público presente ficou alucinado com o show, desde os funcionários da casa até quem foi ali por acaso. A Toy Loudge tem essa festa às sextas, produzidas pelo Thiago CPLaoQuadrado e que vale a pena ser conferida. É talvez a noite mais diferente da capital atualmente.... Ninguém tem a impressão que tanto faz onde se vá, a discotecagem, decoração e público tem sempre sido os mesmos?
Chegou a vez do show do Inferno, noite também otimamente produzida pelo Tchelo, novamente teria a participação da X-Plastic com as 'bikini gils'. Rob K. sobe e fica pendurado, de cabeça pra baixo, em qualquer tipo de coisa q encontre na parede... Escala, enrola as pernas e pronto, canta em um pé só, no ar. Essa noite, ele subiu cerca de 3 metros. Para descer, teve a brilhante idéia de pular, caindo com os dois pés, feito gato. Ainda tocou 3 músicas e então caiu desmaiado, em cima do bumbo.
Foi terrível. Hospital, dores e injeções, gesso e tomografias. Calcanhar ‘moído’, como dizem os médicos... No dia seguinte, lá estava Rob K. - hiperativo que é - de muletas, indo à padaria, ao Caffeine acabar de gravar as 8 faixas q farão parte de um 7 polegadas a ser lançado em Portugal.
No próximo show em São Paulo, dia 18 no Espaço Impróprio, junto com ‘Os Migalhas’ e as ‘Dealers’, vamos ver ele explodindo tudo mais uma vez.
DC
Para ouvir uma faixa gravada ao vivo show histórico na xícara, acesse: http://www.myspace.com/caffeinesoundstudio

Além de sentir mais calor, em um futuro não tão distante o povo brasileiro deve enfrentar secas em algumas partes, chuvas torrenciais em outras, furacões, e todas as espécies, inclusive o ser humano, devem sofrer baixas consideráveis. No início de fevereiro, um grupo de cientistas do IPCC (sigla em inglês para Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, da ONU) divulgou um relatório que mostra que o planeta está cada vez mais quente - e a chapa vai continuar esquentando. O aquecimento da Terra, contudo, não será homogêneo: a temperatura subirá mais nos continentes do que nas áreas oceânicas e mais no hemisfério norte do que aqui no sul. Isso significa que o Brasil até pode ser menos afetado do que os Estados Unidos e os países europeus, mas, se as previsões do IPCC se concretizarem, não teremos refresco. "O aquecimento por aqui deve ser de 4 a 5,5 ºC na região tropical. O Nordeste, o Centro-Oeste e a Amazônia serão as regiões mais afetadas", diz o meteorologista José Marengo, coordenador de estudos de mudanças climáticas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O IPCC deve divulgar em abril um relatório mais detalhado, com previsões sobre o impacto do aumento da temperatura em cada região do globo, mas estudos do Inpe já dão uma idéia de como ficará nosso país em menos de cem anos. É melhor ir ligando o ar-condicionado.
(continua abaixo)....
FLORESTA AMEAÇADA
No Brasil, a onda de calor será mais intensa nas RegiõesCentro-Oeste e Norte. E, junto
com o calor, aumentam os riscos de incêndios e queimadas. A maior vítima disso, claro, é a floresta Amazônica, onde a mata fechada deve dar lugar a uma vegetação menos densa, como o cerrado
ENTRESSAFRA
O aquecimento global vai bagunçar as temperaturas, acabando com as diferenças entre as quatro estações, e tornando os veranicos - períodos secos em estações tipicamente chuvosas - mais freqüentes. Com isso, safras inteiras podem ser perdidas por causa do calor e de chuva em excesso na hora errada
FURACÃO 2100
É "muito possível", segundo o IPCC, que tormentas, tufões e furacões sejam mais constantes e intensos - o aquecimento aumenta os choques entre massas de ar de diferentes temperaturas, provocando fenômenos desse tipo. O furacão Catarina, que passou por Santa Catarina em março de 2004, parece ter sido apenas o primeiro resultado desse processo
PLANTÃO MÉDICO
O ar, quente e seco, ficará mais difícil de respirar. Ao menos 300 mil pessoas morrerão a cada ano devido a doenças respiratórias. Brasília, já famosa pelo clima seco, ficará inabitável em algumas épocas. E não é só isso: como verão e inverno terão temperaturas parecidas, insetos transmissores de doenças como malária e dengue terão mais tempo para se reproduzir
NÃO VAI DAR PRAIA
O IPCC prevê que o nível dos oceanos suba de 18 a 59 centímetros até 2100. Cidades litorâneas do mundo todo terão que construir barreiras para conter a água e ilhas correm o risco de desaparecer. A ilha de Marajó, no Pará, não deve sumir nesse primeiro período, mas seu território sofrerá uma perda considerável: o Inpe prevê que 2 metros de elevação do nível do mar roubaria 28% do território da ilha
VIDAS SECAS
Com temperaturas mais altas, as regiões secas devem ficar ainda mais secas. O semi-árido nordestino pode deixar o semi para trás e ganhar o aspecto de um deserto. Resultado: menos plantas, menos animais e mais gente fugindo para as cidades maiores, que verão a pobreza crescer na sua periferia
MORTE À MATA
Os humanos podem fugir para lugares mais frios se a temperatura aumentar demais, mas animais e principalmente plantas não têm a mesma sorte. Por isso, estima-se que a mata Atlântica, que ainda abriga uma cadeia alimentar bastante complexa, pode perder até 40% da sua biodiversidade atual
TEREMOS TORÓ
Foi-se o tempo que São Paulo era a terra da garoa. Daqui para a frente, a metrópole tende a sofrer com chuvas fortes - e, claro, enchentes constantes. Nas cidades do Sul e do Sudeste, deve chover 20% mais do que chove hoje e, pior, as chuvas devem ser mais duradouras, já que mais água deve se acumular nas nuvens
fonte: Mundo Estranho, março/2007.
No português essa façanha leva o nome de mono-banda, banda de uma pessoa só.
1- POR QUE SER UM MONO BANDA? Muito provavelmente vc é um cara sem muito amigos, acha q sua banda não acompanha seu ritmo ou está sem banda pq ninguém te agüenta, vc tem muito tempo de sobra, possui um grande ego, acha que tem muito disco e manja bastante de som. ou seja, vc é um guitarrista. Ok, se vc se encaixa nessas qualificações, vc está apto a se tornar um oneman band em menos de duas semanas.
2-EQUIPAMENTOS. Vc deve ter sua própria guitarra, ficar pedindo emprestado para os outros pega mal, pois não é legal ser um oneman band loser, do tipo coitadinho. O bumbo e a caixa ou sei lá qual peças vc for usar para tocar vêm diretamente do baterista da sua ex-banda ou atual, ele vai reclamar no começo que vc está usando um pedal de bumbo para bater na caixa dele de 300 reais mas logo ele vai ter pena de vc, pois a final vc não pode arcar com custos de guitarra, bumbo, caixa e 2 pedais de bumbo. Sim um oneman band tem q ser contraditório, assim como esse texto. Para os ensaios no seu quarto tente improvisar, use caixa de sapatos, latas, placas, armários, almofadas, etc. Mas lembre q na hora de tocar ao vivo com tudo amplificado o som q vc tirou no quarto não vai funcionar na P.A. então tenha sempre em mente q não existe a tradicional desculpa de "o equipo tava uma bosta" se vc fez um show ruim a culpa é toda sua e de mais ninguém. Um bom oneman band sabe se virar sozinho.
3-RECONPENSAS DE SER UM ONEMAN BAND. Você não precisa gastar dinheiro para ensaiar e no final do show vc acaba ganhando por 3 ou 4 "músicos" isso se vc realmente conseguir convencer que seu show vale por uma banda completa. Vc não precisa ficar disputando a grupie mais gostosa com o baterista da sua banda. As pessoas te chamam para tocar no interior ou outros estados com mais freqüência pq é mais barato q uma banda completa. Se o show foi realmente bom, vc parece que é o Super-man ou o Batman depende da situação.
4-QUE MERDA É SER UM ONEMAN BAND. Bom, vc vai ter que responder por todos os erros da sua banda, se vc fizer um show ruim, lançar um disco que não vende, possíveis gastos, dívidas, perda e danos de equipamento, roubo, entrevistas com gente chata, calote de promotor e dono de bar, engravidar meninas e gonorréia, a culpa é sua.
PS: Lembre que o interessante do onaman band não é fazer mais do mesmo e sim experimentar coisas diferentes que uma banda não iria conseguir fazer, pense em novos sons, timbres, linguagem. Seja um picareta e engane as pessoas, faça parecer fácil. Use um nome legal como O Incrivel Rasga Bucho de Guianazes ou Capitão Droguinha e sua mono banda.
Boa sorte.
Atenciosamente
Prof. Luis Tissot (*The Fabolous Go-Go Boy From Alabama & his one-man-band; maio/2006)
======================================================
Se você gostou da idéia, tente montar sua banda-sozinho/a. Tem muita gente boa fazendo isso, o Bob Log, guitarrista do antigo Doo Rag, talvez tenha sido o primeirão... claro, depois de tantos blues man e vagabundos em geral, tocando na rua.
Procure aqui no arquivo do MagaZine, tem matéria com o Bob Log. Ouça também, Beat Man da Suiça e o Uncle Butcher aqui do Brasil mesmo. Tem o Chuck Violence e muitos outros. Aliás, para quem não sabe, a cidade de São Paulo já teve dois festivais de one mand band, um em 2005 e outro em 2006.
Alguns endereços:
http://www.myspace.com/theunclebutcher
http://www.myspace.com/chuckviolence
http://www.myspace.com/chucrobillyman
A esquerda e a América Latina
|
No caso cubano, o igualitarismo já ficou para trás -mesmo se a desigualdade no capitalismo é maior |
RUY FAUSTO
As vitórias eleitorais que vem obtendo a esquerda na América Latina -e a jogada recente de Evo Morales- levantam o problema do significado geral desse novo curso e das perspectivas que, com ele, se abrem. Há algum tempo, um publicista de extrema-esquerda "simplificava" o fenômeno, falando em luta entre o "velho" (o "imperialismo" e seus agentes) e o "novo", em cuja coluna incluía Lula, Tabaré Vázquez, Kirchner, Chávez e Castro. Esses dois últimos apareciam um pouco como modelos entre os que lutavam contra o "velho"...
A esse tipo de simplismo, nada inocente, conviria opor o que escreve Teodoro Petkoff, ex-guerrilheiro venezuelano e principal representante da esquerda anti-Chávez, num artigo publicado no ano passado, intitulado "As duas esquerdas". Petkoff escreve que "o conceito de "esquerda" pode ser mistificador". "Encobre muito mais do que revela, e aplicado indiscriminadamente pode conduzir a grandes erros de apreciação." O autor distingue dois grupos, cujas "contradições" assinalam o que chama de "esquerda bourbônica" (alusão à casa real) ou "arcaica". O outro é o que "marcha por um caminho de reformismo avançado", compatibilizando "sensibilidade social", "desenvolvimento econômico com eqüidade" e "aprofundamento da democracia". Neste segundo grupo inclui Lula, Tabaré Vázquez, Lagos (o texto é anterior à eleição de Bachelet), Kirchner e, "com um perfil mais baixo, os governos de Leonel Fernandez na República Dominicana, de Martín Torrijos, no Panamá, e de Bharret Jagdeo, na Guiana" (este último, membro do Partido Progressista Popular Guianês, fundado por Cheddi e Janet Jagan, partido afastado do poder pelos ingleses, em 1953).
Hoje, seria preciso acrescentar, ainda, o governo de Oscar Árias, na Costa Rica. No outro grupo estão Castro e Chávez, e a ele poderiam se incorporar, continua Petkoff, movimentos de países como a Nicarágua, El Salvador e Bolívia (o autor se refere ao MAS de Morales, que ainda não tinha chegado ao poder).
O artigo de Petkoff interessa tanto pela análise das condições que tornam possíveis as vitórias da esquerda (não tão paradoxalmente, o fim da Guerra Fria é uma delas), como pelo que ele escreve a respeito de Chávez. Petkoff reconhece o prestígio de Chávez, e a "validade conceitual" de algumas das suas "missões", mas aponta para a "corrupção" e o "favoritismo" na aplicação delas, e para a formação de uma nova burguesia "bolivariana", "surgida no calor da corrupção e dos negócios". E embora deixe a última palavra para o futuro, afirma que Chávez, autocrata e militarista, está "condenado ao fracasso".
A leitura do texto levanta duas questões. A primeira se refere ao alcance e às implicações da oposição entre as duas esquerdas. A segunda é mais específica. Admitido o caráter não-populista-totalitário do governo Lula, como pensar a relação entre essa caraterística (positiva) e a prática corrupta desse governo?
Sobre o primeiro ponto, se diria que, em termos formais, o problema -como se lê no texto- é o de saber qual o estatuto dos "inimigos de nossos inimigos". No período anterior, supunha-se que o inimigo do nosso inimigo seria necessariamente nosso amigo. O progresso consistiu em pôr em dúvida essa exclusão de um terceiro: em vez de uma disputa "dual", entre "nós" e o "imperialismo", a luta política na América Latina foi aparecendo como um jogo pelo menos triangular. Em termos de conteúdo, o problema é o de saber qual estatuto atribuir a governos totalitários, ditatoriais ou tendendo a uma ditadura (é o caso de Chávez), que se dispõem a realizar certo número de programas sociais.
Essa pergunta, por sua vez, se subdivide. Num plano mais geral e abstrato, trata-se de determinar qual o peso que um socialista democrata deve atribuir à exigência de "liberdade" diante da exigência de "igualdade". Mas aquém dessa questão teórica importante estão pelo menos duas interrogações "concretas": 1) em que medida esses regimes são efetivamente igualitários?; 2) qual o destino deles, que perspectivas podem ter, e sobretudo, de que maneira eles se relacionam com os projetos de uma esquerda não totalitária nem ditatorial? Se considerarmos o caso cubano, o igualitarismo já ficou para trás (mesmo se a desigualdade no capitalismo ainda é maior). Já em matéria de liberdade o poder castrista aparece, simplesmente, como regressivo em relação aos princípios de... 1789. Passados cinqüenta anos de violências de toda ordem, e dissipada a miragem da igualdade, ele não pode mais ser considerado, como pretendem alguns, como uma ditadura revolucionária "deformada": é, na realidade, um regime retrógrado e, à sua maneira, um poder "contra-revolucionário". Mutatis mutandis, o regime de Chávez não se sai muito melhor.
Num próximo artigo, retomo o tema da oposição entre as duas esquerdas, e comento o estatuto do governo Lula, governo não-ditatorial (nem semi-ditatorial), porém corrupto.
Ruy Fausto, filósofo, é professor emérito da USP e autor de, entre outras obras, "Marx - Lógica e Política" (Editora 34).
fonte: Opiniões @ Folha de SPaulo.
Federico Fellini em 12 filmes
Os Boas-Vidas (1953) - Primeiro sucesso internacional, se passa em Rimini e é de caráter autobiográfico
As Noites de Cabíria (57) - Giulietta Masina, mulher do cineasta, é uma prostituta que precisa superar uma série de situações humilhantes
A Doce Vida (60) - Um retrato de Roma em seu apogeu, com Marcello Mastroianni e Anita Ekberg
Oito e Meio (63) - Autobiográfico e considerado seu filme mais pessoal, apresenta um cineasta (Mastroianni) em crise criativa
Julieta dos Espíritos (65) - Masina é uma dona-de-casa que viva com o marido opressor e insensível
Satyricon (69) - Adaptação da obra de Petrônio, é considerado um dos filmes mais bizarros do cineasta
Roma (72) - Um tributo à cidade, mistura ficção com cenas reais, sendo narrado pelo próprio Fellini
Amarcord (73) - Nostálgico, traz as memórias de juventude do cineasta na cidade de Rimini, sob Mussolini
Casanova (76) - Donald Sutherland interpreta o libertino que vive aventuras amorosas e políticas
Ensaio de Orquestra (79) - Uma hilária orquestra é usada como metáfora para a sociedade italiana
Cidade das Mulheres (80) - Em narrativa onírica, o filme faz uma paródia ao universo das mulheres
Ginger & Fred (85) - Tributo ao passado e à memória, com o reencontro de um casal de antigos dançarinos
fonte: folha de sao paulo
|
|
|||
|
|||
|
|
|||
|
|||