Quem vê música, não vê coração!!!
É fato que Billy Childish é genial em muita coisa que faz (música, livros, quadros). Mas digamos que o que não é genial, é uma droga. Vida pessoal, digamos. Ou que seja...
As Thee Headcoatees não eram uma banda propriamente dita. Os Thee Headcoats tocavam e elas, Holly Golightly, Kyra Rubella, Bongo Debbie e Ludella Black, cantavam. Ao contrário do que muitos assumem, elas já sabiam tocar / haviam estado em bandas. Eles se apresentavam juntos com freqüência, e isso foi de 1990 até 1999.
No começo dos anos 90, fui a um show no África Center em Convent Garden (Londres) e vi os Thee Headcoatees. Eu amei o show; e lembro delas gritando, vestidas a caráter, fazendo backings, cantando junto, como aquelas garotas nas platéias, nos anos 60, quando muito fãs de uma banda. Foi extremamente divertida, e a música, maravilhosa.
Depois, voltei a encontrá-los (Headcoatees e Headcoats), em um domingo, no Dome em Tufnell Park. Conversei um pouco, estava meio alcoolizada, não consegui nem pensar em combinar entrevistas ou falar algo inteligível sobre música. Nem lembro o que disse, para ser honesta.
Já aqui morando aqui no Brasil, tive duas informações paralelas sobre todos eles. E claro que queria falar um pouco das meninas – principalmente porque são muito interessantes musicalmente. Confesso que sou apaixonada pela música da Holly G. Mas vamos, sem destruir genialidade alguma, contar histórias que são aliás, o semi título deste pequeno artigo sobre esta 'turma de amigos'.
Fato I: Thee Headcoatees tocou no Empty Bottle em Chicago (USA) e a pessoa que os hospedou (a gerente do local, na época era uma amiga, e o apartamento era tão perto... eram britânicos e mais caros, não dava para arrumar um hotel, etc e tal;) e afinal, seria apenas por uma ou duas noites... A pessoa era super fã da banda, aceitou, jamais pensou no pior... Billy não toma banho (tampouco viaja de avião, tem que ser navio... fica mais caro!), fuma demais, é um chato, não faz coisa alguma sozinho. Ele havia namorado a Kyra por bastante tempo e naquele momento em Chicago, estava tendo um caso com a Holly. A Kyra surtou muito; aliás, surtava o tempo todo. Todos brigavam, o apartamento era pequeno, fazia bastante calor na cidade e Billy fedia muito. Todos fumavam sem parar, o fedor de cigarro e o do Billy, misturados, permaneceram no local por mais de uma semana! O trauma foi tanto, que segundo sei, a pessoa só voltou a escutar qualquer banda, de qualquer um desses britânicos MUITO tempo depois... Mesmo que todos eles tenham enviado presentinhos e mimos... Consciências extra-pesada? Vergonha na cara? Não… só não querem perder um contato onde ficar! Horrível? Acho que não!
Fato II: uma amiga baterista de uma banda legal Americana, mas que é britânica, muito amiga de todos Headcoats e Headcoatees (principalmente, de uma delas), e que veio passar o ano novo de 1999 para 2000 aqui no Brasil, estava indignada - quase enojada - com Billy (sim, ele novamente!). Contou-me durante 30 dias várias histórias sobre o modus operandi do distintamente arrogante Billy Childish (que aliás em inglês significa 'infantil'). Ou seja, como homem, ele não presta... Tem manias, trai, menti, é desleal. Também é dependente e mimado; não sabe sequer arrumar como gravar seus discos…. Nem como tentar armar uma exposição ou resolver questões de como se publica um livro. Enfim, o cara é um mala; faz coisas legais, mas acima de tudo, é meio parasita – inclusive musicalmente...
Mas enfim, não quero saber disso... Quero sim dizer que as meninas do Headcoatees têm muita história legal. Alguns discos você poderá ouvir/baixar no site que está no fim deste texto; estarão disponíveis conforme sua autora/editora tiver tempo.
Todas fizeram música legal e lançaram discos (inclusive muitos no Japão), mas a mais prolífera foi a Holly Golightly, com mais de 15 álbuns solos e diversos singles, além de participações com Rocket from the Crypt e White Stripes. A Ludella Black criou o mais-que-incrível DelMonas, e também lançou álbuns solos, com a participação mais que especial do The Masonics. A Kyra Rubella gravou alguns singles solos e está, com a Bongo Debbie, Ludella Black e a nova esposa de Billy, a Nurse Julie (The Musicians of British Empire) no maravilhoso THE A-LINES.
Mais informações abaixo. Ou no site da Ape Regina.
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========= Mais Informações:
BONGO DEBBIE: Tocou bateria no The X-Men; cantou no Thee Headcoatees; tocou bateria no Baby Birkin, no Dutronc, no Speed of Sound e depois no Family Way. Participou do Earls of Suave e Ug and the Cavemen. Toca bateria no Would Be Goods, canta no Honey & the Hucksters e está no The A-Lines.
LUDELLA BLACK: No texto acima.


THE LYRES (ou apenas LYRES)

Boston é uma cidade fria. E de lá, muita música boa surgiu. Uma das que vale muito a pena ser mencionada é o THE LYRES, banda que se originou com membros da DMZ , quando esta acabou.
Jeff “Monomen”” Conolly (órgão + vocal) foi o único integrante original a participar de todas as várias formações da banda. Muita gente legal tocou no Lyres e também no Cramps, The Dead Boy, Lords of the New Church, The Outsiders e etc. Tiveram vida longa (de 1979 até o começo dos 2000s) e voltaram nestes últimos anos para alguns shows eventuais. Estão fisicamente irreconhecíveis.
Quando os ouvi primeiro, achei meio MC5 demais para minha fase ultra garage da época. É que estava conhecendo, gravados em fita cassete (ou apenas: K7), vários compactos de 45 polegadas de bandas de garagem dos anos 60 – meu novo amigo de então, Will Sergeant que era guitarrista do Echo & the Bunnymen (OBRIGADA!!!!, MIL VEZES OBRIGADA!!!), colecionava APENAS compactos de 45 polegadas de bandas de garagem, repito. Isto é pré-lançamento de Pebbles. Mas a verdade é que eles eram guitarras fortes e pesadas, com sabor punk e muita influência dos anos 60. Lançaram vários discos e eram considerados os melhores do post-punk garage dos anos 80. Tente ouvir.
Tem coisas na vida que a gente não entende, mas vivendo e aprendendo, descobrimos a origem e de uma forma ou outra, não criticamos, enfim...
E a razão para várias pessoas de gosto musical “cool” apreciarem Yo La Tengo é... Mike Lewis (Lyres, DMZ, The A-Bones, etc) ter tocado nesta banda; foi baixista no primeiro álbum, Ride the Tiger.
Discografia: http://www.limbos.org/lyres/lyresd.htm
Ou procure no MySpace!!! J
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Ps: sou louca demais ou o 'On Fire' do Lyres foi lançado no Brasil???


HHTP://WWW.MYSPACE.COM/ORDINARYRECORDINGS
Fui à Dachau.
Logo após dias de pura curtição no Oktober Fest, fui lá sofrer...
Foi impressionante. A vibração é pesada, e eu - empática - chorei. E olha que meus olhos não são de se lacrimarem constantemente... Mas é pesado; e vergonhoso também. Eles dizem que é importante lembrar deste absurdo, é legal ter vergonha e assim, nunca mais repetir 'aquilo'.
Dachau é uma cidade da Alemanha localizada no distrito de Dachau, região administrativa de Alta Baviera, estado da Baviera.
Localiza-se nos arredores de Dachau o Campo de concentração de Dachau, que foi o primeiro campo de concentração de grande escala da Alemanha Nazi construído no terreno de uma antiga fábrica de pólvora em 1933.

Vai ver que é porque eu havia sido furtada por uma dupla de... - advinhem???? – brasileiras em Munique – 50 francos e um colete da marca Fórum, que inútil! – e estava meio azeda com a vida. Fui para Dachau. Um trem legal e quando sai, achei uma cidade quieta e muuuuito residencial. Ao partir, me perguntava o porquê alguém lá resolve morar.... ?!!!? Penso no Posto 9 na zona sul carioca e no meu querido Arpoador, ou na formosa Mooca, ou ainda na Armação em Florianópolis e realmente, REALMENTE, não entendo. Enfim. Depois de Dachau, subi. Não lembro aonde. Mas na próxima falarei da Áustria, o último país antes de entrar na Alemanha. Ou será que cheguei pela Suíça?? Veremos... Só sei que havia comido muito chocolate. E dos meus dias de Oktober FEst, mais da metade é em flashes. As pessoas lá trocam sua (grande) caneca antes mesmo de chegar ao fim. Ninguém gosta de ‘baba’, logo percebi. Fui a várias tendas para experimentar diversas marcas de cerveja, hehehe.... Voltei engatinhando, pelo que me lembro. Em tempo, existe uma diferença entre Campos de Concentração (concentravam os homosexuais, comunistas e outros inimigos do Estado) e de Extermínio (onde exterminavam os judeus, a maioria era na Polônia; desconheço a razão...). Tive ajuda da Wikipedia em algumas definições... Mais, só no Capítulo 3. ===================== -------- D.
-- Eu me diverti muito quando fiz 'minha viagem européia beatnik', em 1990. Havia largado meu super emprego, terminado minha vida acadêmica na terra brasilis, e entre indignação e nojo extremo, me recusei a ser governada pelo Collor. Fui embora, com uma passagem de trem válida por várias vezes, por centenas de dias e para onde quisesse... Eu abria o mapa, escolhia para onde queria ir, ou pegava dicas em albergues e, simplesmente ia. ============ Meu roteiro foi diferente, nada convencional e totalmente pessoal. :)
A Alemanha foi um país que particularmente amei. Nunca pensei que fosse gostar tanto dali.
Esta photo sou eu, encostada no que havia restado do Muro de Berlim. Participei das festanças do "Come Together" do lado oriental e ocidental. Foi lindo, intenso, festivo. TODA BERLIM estava nas ruas. Foi nervoso, excitante e um capítulo à parte dentro da minha saga alemã, que envolveu caronas com pessoas que não falavam outra língua senão o alemão, Oktober Fest em Monique e muito mais.
Três vivas para a Alemanha, um país de onde parti apaixonada. Continuei minha epopéia beatnik, dizendo que assim que terminasse meu curso na Inglaterra, voltaria para aprender alemão por uns 2 anos.
No fim, só saia de UK se fosse de férias, nunca me imaginei partindo de Londres... Mais, no capítulo 2, totalmente aleatório, assim como foi a viagem de mochila e 25 dólares ao dia.
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Dia 01/05 - 23h00
AS PANDORAS (1983 – 1991) Los Angeles, Califórnia; começo dos anos 80. Um quarteto só de garotas é formado, sob a liderança de Paula Pierce – que já era conhecida no meio musical da cidade – o Paisley Underground. As bandas dessa cena tinham influências e inspirações similares às THE PANDORAS, a psicodelia colorida da Califórnia e musicalidade dos anos 60. Tudo começou com um anúncio da Paula na faculdade de arte em que estudava, chamando garotas para tocar 60’s garage punk. Ela conheceu Mendoza e deram-se bem, trouxeram uma tecladista e uma baterista e formaram assim uma das mais brilhantes bandas do garage punk revival dos 80 – e ela saiu antes mesmo de lançar o primeiro álbum (mas após shows incríveis e uma demo-tape com o mesmo título, It’s about Time). Elas tiveram várias formações (14 mudanças no total) – e a curiosa história da tecladista original, que quando saiu por divergências pelas mudanças musicais que Paula queria, montou um outro Pandora!!!! Eram amigas / parceiras de tour dos Fuzztones, tocaram com Cramps, Iggy Pop, viraram metaleiras e muito mais populares. Do visual inicial meio filmes de Roger Corman para as roqueiras em cima de motos Harley Davison, tudo foi sempre coisa da Paula. Para finalizar de forma super ‘roqueira’, ela morreu subitamente, vítima de um aneurisma, em 1991, aos 31 anos de idade. Lançaram 5 álbuns, várias coletâneas, alguns EPs e singles. Uma célebre integrante do já quinteto foi Kim Shattuck, que posteriormente foi líder do ótimo The Muffs. Vá atrás! Tenta o Stop Pretending da Rhino Records, re-lançado em 2006.
Não é incrível que as mulheres tenham queimado sutiãs; lutado por igualdade e todos aqueles afins e longos discursos e livros e principalmente, teses acadêmicas sobre o feminismo e a opressão do (segundo, inclusive, um dos mais machistas dos machos, o pai do funk James Brown) 'mundo de homens'; décadas tenham corrido e tudo mais "liberado" e coisa e tal... mas ainda assim, eu aqui tenha que escrever um texto como este, noticiando um coisa nojenta e degradante como esta:
Turbinada : A miss Rio Grande do Sul, Natália Anderle, que virou miss Brasil, tem também silicone no bumbum, além dos seios.
Sem costela : A miss também retirou duas costelas para afinar a cintura, fez plástica no nariz, lipoaspiração, e usa dentes de porcelana. Oficialmente, Natália apenas confirma parte das plásticas. Algumas, ela omite.
==== E a popularidade do Lula continua boa. Percebem a grande similitude entre notícias? As duas falam da situação deplorável do senso crítico brasileño. ============ SAD BUT TRUE (Metallica)
Digo, ocasionalmente, que o Brasil não conhece o Brasil. Quero dizer, não valorizamos o que aqui temos. Um exemplo, várias excelentes bandas acabam e ninguém fala coisa alguma. O que é comentado na “grande mídia”? Bem, se você fuçar muito a net poderá ler em “primeira” mão. Aqui, segue-se tendências importadas. Acontece que sou uma canibal vegetariana-quase-veggan e gosto de música com os ouvidos e não com os olhos – embora eu adore ir a shows. Diria com propriedade que sou “moderna” (e portanto uma mod, será???), mas moderna no sentido correto da palavra (n.r.: caso não tenha certeza, procurar definição no fim do texto.. ). Para mim, moderno é o Baudelaire, e é sem aspas.
O Laboratório SP acabou. Idem o FuzzFaces. E os Migalhas. E mais ainda, a maioria fez novas bandas. Quem falou? Quem ouviu? A fórmula aqui é junte um pouco de preguiça (é, o calor, é fato, a causa disso) e (outra coisa que gosto de dizer) falta de senso crítico. Senso crítico é voz. É filtrar, é olhar com os olhos e ouvir com os ouvidos. Com mais plenitude.
Os acima hoje são os Modulares, Hitchcocks, Sprint 77, consecutivamente.
Sim, tem mais. Os Haxixins detonaram na Europa, lançam em vinil na Europa e EUA e aqui? Coisa alguma.
Bem, aqui no Magazine, sim.
Ouça:
http:// www.myspace.com/modulares
http://www.myspace.com/sprint77sp
Moderno, Modernismo:
Bastardia, vulgaridade e boêmia - essa fórmula moderna segundo a qual arte e cultura se contaminavam sem perderem suas jurisdições respectivas - eram a um só tempo o subproduto da esfera pública burguesa e o que propriamente pressupunha o poder normativo desta; eram o que lhe testemunhava a universalidade, mas que ao mesmo tempo recomendava que esta deveria ser sempre repactuada, na exata medida em que a transgressão persistiria flanqueando-a à meia luz, de maneira apenas suficiente para obter um reconhecimento tácito. A arte moderna, pelo menos desde Courbet, sempre soube extrair seus resultados mais radicais dessa ambigüidade da esfera pública burguesa - haurindo nos materiais permissivos da vida popular, que entretanto apareciam como que criptografados sob a nova racionalidade técnica a que os artistas haviam reduzido o estilo (a esse respeito, seria interessante investigar a presença latente da cultura visual dos almanaques populares e dos clichês de jornais satíricos, digamos, na Olympia de Manet). Portanto, a idéia da cultura como instância de mediação entre a arte e o espaço social, como uma matéria "impura" mas viva e indispensável à arte, não era, historicamente, um fenômeno novo. O que se via, pela primeira vez naqueles anos 1980, isto sim, era a arte e a cultura irmanadas numa adesão recíproca perfeita, sem sobras - algo como uma síntese conservadora, um processo que finalmente atingira seu "absoluto" - ou, em outros termos, sua "resolução" positiva.
Mais em: http://novosestudos.uol.com.br/acervo/acervo_artigo.asp?idMateria=1261
7. A teoria sempre acaba, mais cedo ou mais tarde, assassinada pela experiência.
Este é um dos selos MAIS legais que conheço, de muita personalidade e sempre foram super éticos... Trazem muito da melhor música dos últimos anos... E é com todos esses adjetivos e superlativos que falo deles... Vai lá!
http://www.voodoorhythm.com/BENEFIT.html

No último domingo, dia 25, fui à primeira edição do AniVESPAulo, organizada por "Os Tralhas Scooter Club" e me diverti horrores. Revi amigos queridos, conversei muito, ouvi música que gosto, foi ótimo. Tudo começou com um encontro e passeio de vespas e lambretas, que saiu às 13h30 do Páteo do Colégio, passou por lugares simbólicos da Revolução de 22 - tema de estréia deste evento - e chegou, mais de 2 horas depois, no coração do 'centro velho', ao Sebo 264, onde, em meio aos livros e a um público animado, teve shows com as bandas Cobras Malditas, Sprint 77 e Hitchcocks (nesta ordem).
Photos do AniVESPAulo:
Bandas: Sprint 77 (http://www.myspace.com/sprint77sp); Cobras Malditas (http://www.myspace.com/cobrasmalditas); Hitchcocks (http://www.myspace.com/hitchcocksband).
Sebo 264: http://sebo264.com.br
Assistindo ao "O diabo veste Prada" outro dia, perguntava a razão pela qual as pessoas idolatram coisas que não sabem, absolutemente, o que venham a ser... E só as idolatram porque não possuem a menor idéia do que seja. Em outras palavras, a quem falta estilo próprio, não resta outra alternativa que não seguir os "ícones da moda". Aliás, em quem os 'ícones da moda' se inspiram? Em tudo aquilo que tem estilo próprio, seja a flora, a fauna ou até mesmo seres humanos com estilo próprio - sim, raros, porém ainda não extinguidos por completo.
Sério... ter estilo é tudo, não tem preço.
Por que o MagaZine está falando sobre isto tudo??? ...........Primeiramente, porque o MagaZine não só tem estilo próprio, como acabou fundando um estilo à parte - tenha o leitor idade o suficiente para saber disto ou não....\\\\\\\\\ 'Segundamente', ficamos preocupados com a aceitação plena da volta dos anos 80 pelas grandes massas (e com isso o retorno em peso do moleton com calças jeans de cós alto) e principalmente, com o porvir. Sim, porque quem é antenado mesmo já está entrando na moda da metade dos anos 90...
E é um fenômeno que vejo até na 'música underground'....
Como na época, uma certa paixão pela música garageira suja, imunda e rápida dos texanos, por exemplo... \\\\\\\\ Alguém ouviu falar da turnê The Gories / Oblivians ???? É ou não é sempre, sempre, sempre a lei do 'ETERNO RETORNO'???
======================== B. / Jan. 2009 \\\\\\\\\\
Em 2008 eu me entristeci com a partida de alguns...
Albert Hofmann, grande cérebro!!!
Bo Didley, grande mestre!
Isaac Heyes
Jamelão
Ruth Cardoso
Entre filmes e diretores, a lista não é tão longa assim...
Sem ordem alguma, e começando de forma alfabética e então perdendo a ordem e forma totalmente....
- Almadovar, Pedro - vários.
- Blade Runner
- A festa de Babette
- Inocência - & Hal Hartley
- Man Bites Dog
======== Queria ser uma Judge Dread!
SPRINT 77 = www.myspace.com/sprint77sp
Coquetel da estréia oficial da banda + show!!!
No Mosh Mondays, no VEGAS CLUB
08 de Dezembro,
Rua Augusta, 765
www.vegasclub.com.br
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